Após meses de uma campanha em que temas morais e religiosos ofuscaram propostas concretas sobre temas importantes à nação, Dilma Rousseff foi eleita, neste 31 de outubro de 2010, a primeira mulher presidente da história brasileira.
 

E já que nós brasileiros, temos a eterna tendência de copiar (importar) tudo o que vem de outro País, legitimando que a cultura estrangeira é, e sempre será “superior” à nossa, podemos afirmar que o dia 31 de outubro, é o Dia das Bruxas…

 

Em viagem pela região Sul Fluminense, analisando o comportamento do Cidadão em dia de Votação, em Pleno 2º Turno das Eleições de 2010, pudemos ouvir algumas frases marcantes de alguns Eleitores:

“- Votei no Vampiro!”

E em outras Seção:

" - Votei na Bruxa!"

E temos a 1ª bruxa Mulher Presidente do Brasil!

  Esperaremos assim, que ela possa fazer com que o País continue crescendo, como ela mesmo afirmava em Campanha Eleitoral, desejando que o Brasil cresça num ritmo MUITO MAIS acelerado do que este adotado pelo Governo atual.

Esperamos que os nossos Governantes possam utilizar uma política mais ética, equilibrada, que façam nossa Economia crescer em passos mais largos, e que nossa Educação receba uma atenção milhares de vezes maior.

 

Que o Pleito Eleitoral de 2010 possa servir para surpreender a todos os pessimistas, porque SOMOS BRASILEIROS acima de tudo. Brasileiros acima de qualquer partido político, já que o idealismo partidário há muito tempo já não existe mais.

 

Faz-se necessário no dia de hoje, expormos uma informação importante, publicada por Carlos Bencke e Maurício Savarese do Portal UOL Eleições, abordando a Trajetória de Dilma Rousseff no Governo Lula.

 Entitularemos este texto de 4 Segundos:

“Quatro segundos. Nenhuma palavra. Uma mesa distante da do chefe. Essa foi a participação de Dilma Rousseff na primeira propaganda eleitoral do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Oito anos depois, ungida por seu mentor para sucedê-lo, a ex-ministra, na primeira disputa eleitoral de sua vida, transcendeu a fama de gestora sisuda para se tornar a primeira presidente da história brasileira.

Sem programa, um de seus desafios será provar que não é apenas uma sombra de Lula, dizem analistas. Além da confiança do presidente, o grande trunfo da petista foi a política de alianças adotada pelo PT e pelo próprio presidente para elegê-la. Graças ao apoio formal de PMDB, PCdoB, PDT, PRB, PR, PSB, PSC, PTC e PTN, a campanha de Dilma ganhou força com o início do horário eleitoral obrigatório. Com isso, a candidata ganhou personalidade.

Ficou por pouco o triunfo já no 1º turno, depois de uma onda de rumores e outra de denúncias envolvendo seus aliados. Para vencer na votação de 31 de outubro, a ex-ministra-chefe da Casa Civil teve de renovar seu pragmatismo assinando compromissos com religiosos, iniciar campanha negativa contra o rival José Serra (PSDB) e trocar a gagueira que a abatia nos idos de abril, na pré-campanha, por aquilo que chamou de “assertividade”, mas que foi considerado agressividade pelos adversários.

No caminho para ser hoje a presidente eleita do Brasil, Dilma sofreu para ganhar trânsito com políticos em geral e com eleitores mais animados em ver seu mentor do que a ela própria.

Adotou novo visual.

A presidente eleita forjada na campanha é diferente da especialista em energia que, com seu temperamento forte, foi alçada ao primeiro time do governo após o escândalo do mensalão, em 2005.

Filiada ao PT há menos de uma década, a ex-pedetista Dilma conquistou seu primeiro cargo público pelo voto. Agora ela terá quatro anos para provar se é capaz de atuar como protagonista, e não como uma mera coadjuvante.”

É…. E aí, então, esperamos que ela FAÇA durante estes 4 anos de Mandato, PELO BRASIL, muito mais do que aqueles 4 segundos durante a primeira propaganda eleitoral do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002.

 

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