Matou o doleiro e foi à Presidência.

Esta é uma obra  real de ficção inspirada no brilhante filme brasileiro “Matou a família e foi ao cinema”, dirigido por Júlio Bressane.

Por outro lado, a história que passaremos a contar não foi escrita pelo gênio Júlio, mas pelo senhor, tão querido Leitor.

O ano é 2014 2010.

Vilma era uma garota simples.

Aluna aplicadíssima de uma tradicional Escola de Ilusionistas, reservou um período de férias para descansar um pouco, sempre preferindo passá-las em Cuba, ao invés dos caprichos de Paris ou Londres.

Porém, numa certa noite, “perdeu” o seu voo para Havana e foi parar em Brasília. Esse foi o dia mais importante de sua vida e decidiria o rumo de toda a sua existência.

Nesta data, encontrou alguns de seus melhores amigos de Escola bastante apreensivos. Alguns deles possuíam as mãos sujas de sangue piche vermelho do Incrível Hulk.

Numa conversa  secreta franca, aberta e transparente,  eles confessaram que haviam  intencionalmente POR ACIDENTE assassinado a líder da torcida do time de futebol da Escola rival.

Vilma sorriu chorou. Não porque a loira cheerleader havia sido assassinada caído da escada e batido a cabeça no corrimão. Mas porque precisava encontrar alguma forma de ajudar os seus amigos de longa data nessa  fuga injustiça. Por isso, teve uma perversa brilhante ideia:

“Vou  arrombar as portas da faculdade prestar Vestibular pelo Senai e entrar na Faculdade dos Humoristas. Assim, vou fazer todo o povo sorrir e ninguém vai mais se preocupar com o que aconteceu nos corredores daquela Escola…”

Seus amigos deram nela um abraço bem forte, aprovando a ideia. 

Vilma quebrou a janela e arrombou a porta foi aprovada no Vestibular e ingressou na ‘Faculdade do Riso’. Ali, se tornou uma das maiores líderes estudantis que a Nação das Universidades já tinha visto, ajudando a todos com a sua arrogância, autoritarismo, bondade, caridade, carisma e elegância.

O tempo passou. Todas as outras faculdades se aliaram a ela, tendo em vista que não haviam mais saídas a não ser a de se aliarem ao  poder “ ao riso”.

Foi a mais eficiente de todas as fórmulas já utilizadas pelos líderes – matar a fome do povo com pão e fazê-lo rir com suas tão infames aconchegantes e consoladoras piadas. E pra alegria da Nação, mesmo que somente com pão, tudo funcionou!

Todas as Escolas pareciam ter esquecido  do crime  cometido acidente ocorrido naqueles corredores.

Até que as Universidades conheceram um humorista inimigo do povo chamado Camilo Febril, que surgiu denunciando os fatos, mostrando vídeos do Youtube.

Assim, Vilma decide subornar o humorista  opositor, colocando-o numa lista negra, jurando vingança.

O suborno pedido de apoio seria pago em dólares carinhosamente expedido em flores, emitido diretamente por um funcionário da bolsa de valores  amigo de Nova York. Assim ninguém iria perceber reclamar.

Mas o humorista traidor da pátria não foi encontrado, tendo em vista que estava sendo processado por algumas de suas piadas com uma cantora sertaneja por alguns de seus atos terroristas.

Vilma e seus parceiros, assim, puderam  trapacear respirar. Por outro lado, precisava vencer esta última batalha para se tornar a líder de todas as nações, eliminando aquela que era a última pessoa que havia tido conhecimento de tal suborno – O Doleiro o último dos traidores da pátria – o amigo de Nova York.

Isso foi simples, para aqueles da tradicional Escola de ilusionistas, que ao invés de matarem o doleiro amigo novaiorquino, cortaram a sua língua ajuizaram um processo judicial contra ele.

Quando isso se tornou público, os alunos das Universidades acharam justo, tendo em vista que era o mesmo procedimento aplicado em Escolas vizinhas, tais como Cubão, Venegal e Boston (essa última recompensada por uma tribo de índios que fez as ilhas de São Bastos ficar meses sem chuva).

Foi aí então que chegou o grande momento: Ela poderia ser eleita a líder mundial das Universidades. 

Por isso, todos os esforços foram feitos pelos seus parceiros e colaboradores para que sua missão fosse cumprida.

Vilma reuniu-se novamente com seus antigos parceiros; aqueles que haviam sujado as suas mãos apertado a sua mão, anos atrás, quando os abraçou e os cumprimentou em Brasília.

Como já havíamos relatado, aquele foi o dia mais importante e mais decisivo na vida de Vilma. Foi ali, no aperto de mãos de nossa protagonista com seus grandes amigos de longa data, que tudo ficou decidido.

Querido Leitor, o senhor, como sempre  muito atento, está aí torcendo pro sucesso da nossa tão querida protagonista, não é mesmo?

NÃO?????????

Desculpe-me, COMPANHEIROS (posso chamá-los assim? Pois é assim que os parceiros são chamados nessa história…). Sinto muito, acreditei que os senhores estariam aí ansiosos, na torcida pela nossa Vilminha, tendo em vista que toda a pesquisa do SOCOPE aponta que a torcida de nossa querida companheira é a grande maioria, não é mesmo?

Então vamos continuar contando essa história, como o senhor preferiu assistir:

Vilma foi eleita a líder de todas as Nações.

 A cheeleder foi esquecida homenageada.

Cantores, confeiteiros e apresentadores de corrida de cavalos foram censurados marcados com tinta guash.

Enquanto isso, o Doleiro  amigo novaiorquino se inscreve numa campanha de oposição clínica de células tronco para realizar uma cirurgia aliança de recomposição de membros cortados sem partido com representação no congresso.

Aguardem as cenas dos próximos capítulos, digitadas pelo senhor mesmo, meu tão prezado Leitor, quando em 2014 2018, poderá mudar o final dessa história.

NOTA: Todas as notícias ofensas foram  censuradas riscadas em respeito a vergonhosa  idolatrada história de   terrorismo  heroísmo de nossos personagens.

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